
Sem querer repetir o teor do texto de FBastos , nem do oportuno e avisado comentário que o mesmo mereceu no Praia dos Moinhos , a verdade é que a transparência destes concursos exigia antes de mais que se esclarecesse qual o número EFECTIVO de lugares abertos a concurso para quem NÃO OCUPA já lugares na Câmara Municipal de Alcochete , nomeadamente para desempregados.
Isto é , impunha-se saber se existem casos de pessoas que estão a concorrer a cargos que já ocupam.
A resposta a este esclarecimento impunha porém , e antes de mais , que fossemos informados quantos contratados a termo resolutivo certo e quantos «avençados» existem na CMA , para depois confrontarmos essa lista com o nome dos candidatos admitidos a concurso e com o nomes dos finalmente escolhidos.
A transparência destes «concursos» deixa muito a desejar!
A resposta a este esclarecimento impunha porém , e antes de mais , que fossemos informados quantos contratados a termo resolutivo certo e quantos «avençados» existem na CMA , para depois confrontarmos essa lista com o nome dos candidatos admitidos a concurso e com o nomes dos finalmente escolhidos.
A transparência destes «concursos» deixa muito a desejar!
A começar pelos métodos de selecção em que a Entrevista de Avaliação de Competências (EAC) vale 65% no escolha final em detrimento dos 35% da Avaliação Curricular - OF = (AC×35 %)+(EAC×65 %).
A transparência destes concursos não está legislada nem garantida, mesmo que os membros do executivo não possam fazer parte do júri.
Serão, pois, os técnicos superiores da Câmara Municipal de Alcochete a ter que decidir quem serão os escolhidos , ou seja , se tal for o caso , terão de ser estes técnicos a… satisfazer as cunhas.
A transparência destes concursos não está legislada nem garantida, mesmo que os membros do executivo não possam fazer parte do júri.
Serão, pois, os técnicos superiores da Câmara Municipal de Alcochete a ter que decidir quem serão os escolhidos , ou seja , se tal for o caso , terão de ser estes técnicos a… satisfazer as cunhas.
A abertura destes concursos em vésperas de eleições impunha a Luís Franco e à CDU um cabal esclarecimento destes pontos , sob pena de legitimarem todo o tipo de especulações , sobretudo aquela em torno da verdadeira intenção subjacente à respectiva abertura.
Estarão a garantir o lugar de quem já lá estava a título precário antes das eleições garantindo assim mais votos para o partido? Estarão a reforçar o quadro da CMA com mais camaradas do partido?
É que ninguém acredita que o PCP seja imune a estas tentações apesar de gostar de transmitir a imagem de virgindade nestas coisas.
É tudo uma questão de tacho!
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