
Vem sendo sistematicamente apresentada por Luis Franco (Dr) e pela Câmara Municipal como a obra emblemática do «esforço» de requalificação urbana da autarquia durante este mandato.
Desde há uns meses a esta parte que não há Boletim Municipal , folheto informativo que não a mencione com pompa e circunstância sempre acompanhada da fotozinha da praxe.
A última edição do In Alcochete , o desdobrável camarário distribuido na véspera das eleições europeias , não foge à regra.
Não caros visistantes do Alcochetanidades , não é uma piada , nem sequer me motiva qualquer esforço de ironizar com assuntos sérios.
Estou mesmo a referir-me àquela que é sistemáticamente apresentada como emblema do esforço da autarquia em matéria de requalificação urbana do núcleo antigo de Alcochete.
Estou então a referir-me à intervenção na Rua do Mercado e na respectiva intersecção na Rua do Norte. Para quem não está a identificar a rua em apreço , é precisamente a rua paralela ao edificio da Câmara Municipal onde se situa a porta de entrada para o mercado.
A obra que se iniciou no dia 13 de Abril com a abertura dos roços onde supostamente se colocariam as novas tubagens e que implicou o encerramento temporário da circulação automóvel na Rua do Norte foi interrompida há algumas semanas.
Graças a uma fuga de informação proveniente da própria Câmara , apurei que houve necessidade de voltar a tapar os roços e os buracos provisoriamente por falta de materiais necessários à conclusão da obra.
O resultado está à vista , convidando desde já os visitantes do Alcochetanidades a visitarem o local , nomeadamente a intersecção com a Rua do Norte para aferirem o estado lastimável em que se encontra o piso por causa daquela intervenção , pois grande parte da areia colocada nos roços já desapareceu , transformando aquele sector da rua paralela ao rio numa verdadeira picada ideal para viaturas todo o terreno. A situação mantém-se inalterada já há algumas as semanas.
A forma atabalhoada como esta empreitada está a ser executada pela Câmara Municipal é bem reveladora da total incapacidade deste executivo em desenvolver seja o que for em beneficio do concelho.
Trata-se de uma pequena empreitada que orça os € 50.000. Imagine-se o que seria ver este executivo camarário a promover outras intervenções de requalificação de maior dimensão.É melhor nem imaginar...
Perante isto dá perfeitamente para descurtinar quem são os culpados do estado degradado da Escola do Monte Novo.