sábado, 6 de junho de 2009

Culto da Personalidade em véspera de eleições...

Foi hoje distribuido pelas caixas de correio o boletim mensal informativo da Camara Municipal «In Alcochete». É o Boletim nº 15 relativo a Maio de 2009.
Numa primeira leitura constato o seguinte:

1º - O Boletim foi distribuido na véspera de um acto eleitoral (Eleições Europeias). Apesar do Boletim não conter qualquer menção a esse acto eleitoral , não deixa de se constatar tal coincidência , sobretudo porque , ao contrário do habitual , foi distribuido num Sábado. Impunha o sentido do respeito pelo período de reflexão imediatamente anterior a qualquer eleição , evitar qualquer situação que de forma alguma possa influenciar o sentido de voto dos eleitores. Nessa medida permito-me desconfiar fortemente da inocência desta coincidência.

2º - Mais do que nunca o desdobrável municipal reflecte um crescendo do culto da personalidade promovido por Luis Franco (Dr.) no exercício das suas funções. São 6 as fotos de Luis Franco nas mais diversas poses que se podem contabilizar num pequeno Boletim que contém pouco mais de uma dezena de informações. Tendência que contrasta com a escassez de obra feita o que permite apelar ao velho adágio «Muita parra pouca uva».

3º - O Boletim informativo deste mês alude à Feira de Alcochete...do Cavalo, do Fado e do Forcado. Afinal a Feira não foi visitada por 25.000 visitantes como a autarquia havia divulgado , nem por 23.000 conforme depois corrigira. O número apresentado pelo Boletim informativo fala em «cerca de 20.000» visitantes.

Esta evidente falta de rigor é grave na medida em que a cada visitante corresponde uma entrada paga , o que revela uma aparente falta de controlo e de zelo na gestão de uma situação que resultou numa receita para a organização.

Mas sobre este ponto há ainda outra questão que importa ser destacada.

Não há qualquer referência no Boletim informativo no que concerne à entrega à CERCIMA da receita obtida com a cobrança dos ingressos na Feira de Alcochete...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sinais de exploração humana...Câmara de Alcochete aposta em mão de obra gratuita...

Vulgarmente conhecido por POC, o Plano Ocupacional de Emprego visa ocupar o tempo livre das pessoas desempregadas, evitando a perda de competências sociais e profissionais.
Na prática, trata-se porém de trabalho gratuito, com expectativas de empregabilidade muito reduzidas.
Enquadrado pela portaria número 192/96 de 30 de Maio, os POC terão surgido com muito boas intenções. No sítio da Internet do Instituto do Emprego e Formação Profissional, lê-se que o seu objectivo é «proporcionar aos desempregados uma ocupação socialmente útil, prevenindo o seu isolamento social, enquanto não surgirem alternativas de trabalho ou de formação profissional.»
Até aqui o projecto parece nobre.
Constata-se depois que o público-alvo serão «desempregados subsidiados ou em comprovada situação de carência económica».
Começam aqui as perplexidades: Não será legítimo que alguém que não recebe subsídio de desemprego possa também desempenhar uma actividade socialmente útil? E será que não há risco de isolamento social para quem não tem qualquer rendimento ao fim do mês? Pelos vistos, não...
Um POC deverá desempenhar uma actividade que satisfaça necessidades colectivas e não se traduza no preenchimento de postos de trabalho existentes.
Podem recorrer a esta medida entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, designadamente, autarquias, serviços públicos ou instituições particulares de solidariedade social.
Nova perplexidade: Se um serviço público necessita de uma auxiliar de acção educativa não deverá haver um concurso público para contratação? Não será uma actividade permanente?
Esta medida, que até podia fazer sentido na sua génese, foi absolutamente deturpada no tempo. Na prática, trata-se agora de uma forma fácil e barata de entidades, públicas e de solidariedade social terem mão de obra basicamente gratuita.
Os POC são maioritáriamente auxiliares de acção educativa nas escolas e infantários.
Os POC são pessoas. Pessoas que trabalham. Pessoas que poderão, de facto, sentir-se socialmente úteis.
Mas os POC são também pessoas que ficam sem trabalho quando o subsídio de desemprego acaba.
Os POC são pessoas que criam expectativas de empregabilidade.
Mas os POC são liminarmente afastados quando o subsídio de desemprego acaba, para, eventualmente, serem substituídas por um outro POC.
Já agora , sabem qual é a autarquia comunista campeã da utilização dos POC´s nos estabelecimentos de ensino do concelho?
Já advinharam: A Câmara Municipal de Alcochete , essa mesma , a mesmíssima que entrega € 43.000 euros para a organização de um Feira e não tem os € 20.000 euros necessários para recuperar a Escola do Monte Novo.
Alguém disse que esta Câmara é comunista?
Mais uma noticia que de certeza vai passar ao lado do Jornal de Alcochete...

Escola do Monte Novo - ASAE processa Câmara Municipal de Alcochete

A edição de ontem (03.06.2009) do Jornal de Alcochete vem mais uma vez reforçar a ideia de que este periódico se assume cada vez mais como caixa de ressonância ao serviço do marketing politico da Câmara Municipal e da CDU.
Digo isto a propósito de uma noticia divulgada naquela edição do JA intitulada «Autarquia Aprova novo Centro Escolar» (http://www.jornaldealcochete.com/content/view/2118/68/)
a qual cita o Vereador comunista da educação Paulo Machado , que afirma que:« é fundamental a construção do Centro Escolar da Quebrada porquanto é a partir da construção deste centro escolar que vamos poder implementar obras de recuperação das escolas do centro da vila, nomeadamente da Escola do 1.º Ciclo do Monte Novo».
O que importa destacar naquela citação do Vereador comunista é a referência à Escola do Monte Novo , sendo legitimo depreender que aquele aproveitou uma vez mais a enorme disponibilidade do Jornal de Alcochete para servir a máquina de propaganda camarária , para de forma desastrada reagir ao texto de Fonseca Bastos publicado no Praia dos Moinhos no passado dia 01 de Junho , intitulado «Critérios de Gestão Discutíveis» , na qual se denuncia a situação calamitosa de degradação em que aquele estabelecimento de ensino do 1º Ciclo se encontra , situação que não só condiciona gravemente a utilização de um espaço já por si insuficiente para o número de alunos que a frequentam , como inclusivamente põe em risco a integridade física das crianças , dos docentes e funcionários que ali trabalham.
http://praiadosmoinhos.blogspot.com/2009/06/criterios-de-gestao-discutiveis.html
Segundo sei , Luís Franco e a Câmara Municipal de Alcochete têm pura e simplesmente ignorado esta situação , mostrando-se completamente indiferentes em relação às condições precárias em que o estabelecimento de ensino tem funcionado.
O desinteresse e a falta de preocupação de Luís Franco e da Câmara Municipal que justificam o título do texto de Fonseca Bastos acima referido («Critérios de Gestão Duvidosa«) , ficam completamente comprovados pelas palavras do Vereador comunista da educação Paulo Machado , as quais revelam bastamente que é um assunto que não merece a consideração de urgente por parte do executivo camarário , ficando a resolução dos problemas da escola do Monte Novo , alguns deles resolúveis imediatamente com um investimento reduzido , adiados para data indeterminada coincidente com as obras de construção do pretenso Centro Escolar da Quebrada.
Até lá , e sabe-se lá quando é que é esse «até lá» , os alunos , docentes e funcionários do Monte Novo têm que sujeitar-se ao terrível estado de degradação em que a escola se encontra.
Mais uma vez reforço as palavras de Fonseca Bastos «CRITÉRIOS DE GESTÃO DUVIDOSOS»
A minha qualidade de advogado permite-me ter um conhecimento privilegiado relativamente às alterações legislativas em matérias de interesse público.
Sabendo que o Decreto Lei nº 119/2009 de 19 de Maio transferiu para a ASAE – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica as competências do Instituto do Desporto de Portugal em matéria de fiscalização do cumprimento do D.L. nº 379/97 de 27 de Dezembro , que aprovou o Regulamento que estabelece as condições de segurança a observar na localização, implantação, concepção e organização funcional dos espaços de jogo e recreio, respectivo equipamento e superfícies de impacte, não pude deixar de tentar apurar junto de quem de direito , se esta situação da Escola do Monte Novo não deveria merecer o interesse daquele orgão de Policia Criminal.
Fui então que obtive a informação que esta situação da Escola do Monte Novo havia sido já anteriormente denunciada à ASAE e que aquela entidade iniciou já um processo de Contra Ordenação contra a Câmara Municipal de Alcochete.
Ficamos então todos a saber que o desleixo e a incompetência da Câmara Municipal de Alcochete é alvo de um processo instaurado pela ASAE.
Como diz o presidente comunista Luís Franco (Dr.) , Alcochete está na moda…
Eis uma noticia que certamente não veremos publicada no JORNAL DE ALCOCHETE...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Se o sonho comandasse a vida...

Neste último fim de semana , enquanto passeava a pé pelo Rossio na companhia de um amigo arquitecto paisagista radicado na Bélgica , comentávamos o contraste entre o aspecto semi-desértico deste espaço privilegiado bem no centro de Alcochete com o Freeport de onde tinhamos saído à pouco , e que fervilhava de vida.
Comentávamos que a única imagem que a maior parte daqueles visitantes do Freeport levariam da sua vinda ao Concelho de Alcochete seria a imagem daquele espaço comercial....sem que lhes tenha sequer vindo à ideia , ou assomado à vontade , percorrer os escassos 500 metros que separam aquela zona comercial da nossa vila , que a pouco e pouco se vai transformando num súburbio esquecido daquela mega estrutura comercial.
Luis Franco (Dr.) , o comunista que preside aos destinos de Alcochete e que quer continuar a presidir gosta de afirmar que Alcochete está na moda...Pois , até pode ser , mas por todos os motivos e mais alguns , menos por Alcochete em si mesmo...
Mas voltando ao nosso passeio pelo Rossio , não posso deixar de partilhar com os visitantes do Alcochetanidades , a enorme admiração do meu amigo arquitecto perante o total desaproveitamento do enorme potencial contemplativo gerado pelo enquadramento paisagistico daquela zona belissima da nossa vila.
Fazendo eco das suas palavras , o Rossio reúne condições excepcionais para ser um espaço de aglutinação , com forte identidade e presença , cuja requalificação poderia contribuir positivamente para a revitalização do núcleo antigo de Alcochete.
Era necessário , e reproduzindo as suas palavras , garantir um conjunto de soluções que admitissem ocupações flexíveis e renováveis no espaço e no tempo,tanto para os usos quotidianos como para os pontuais , sem perda de uma leitura contínua daquele espaço.
A sua visão de arquitecto idealizou imediatamente para aquele espaço novos alinhamentos de árvores privilegiando soluções preferencialmente naturais com vista à regulação e estabilização das condições de conforto na utilização do mesmo , face às caracteristicas físicas e climáticas do local , algo ventoso durante grande parte do ano.
Para além das soluções naturais o meu amigo desenhou mentalmente uma fonte visitável a funcionar em circuito fechado , com jactos de água dinâmicos e iluminação própria , bem como o reforço da iluminação com a instalação de colunas de projectores ,para além da mais uma esplanada de apoio e a qualificação do mobiliário urbano de apoio , nomeadamente com parques para bicicletas.
Da mesma forma idealizou a articulação dessa área com as diferentes áreas e percursos urbanos da Vila , sempre segundo as suas palavras , numa lógica aberta e contínua , designadamente com o núcleo antigo da mesma.

Com muita pena minha a sua divagação foi súbitamente interrompida por uma pergunta bastante pragmática.
Porque é que ainda ninguém se preocupara em valorizar conveniente aquele espaço tornando-o elemento de atracção e aglutinação de locais e de visitantes?

Perante esta pergunta , sorri e encolhi os ombros. Nesse instante o meu olhar fixava de forma desalentada um cartaz da CDU...

Se ao menos o sonho comandasse a vida...

sábado, 30 de maio de 2009

Atrasar o futuro de Alcochete...confissões de incompetência.

Numa entrevista ao site Setúbal na Rede , Luís Franco (Dr.) , Presidente da Câmara Municipal de Alcochete , e candidato comunista àquele orgão autárquico realça e citando aquele site , «… Alcochete “deve manter a sua identidade”, defendendo para isso “dois princípios políticos fundamentais”, que passam pela “valorização da identidade do município e pelo seu desenvolvimento sustentável”. Além disso, o actual presidente da câmara garante que os “quatro eixos políticos” do seu actual mandato “vão ser prosseguidos”, nomeadamente com a “actualização dos instrumentos de planeamento e gestão do território”. Luís Franco critica o anterior executivo socialista, que “pouco ou nada fez” nesta área, revelando que “já está concluída” a primeira fase da revisão do plano director municipal.»
Ver link: http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=10871

Neste parágrafo está sintetizado o manancial de incompetência , bem como a incapacidade de cumprir com os compromissos e a falta de vergonha e até descaramento que tem caracterizado o mandato de Luís Franco (Dr.) à frente da Câmara Municipal de Alcochete.
É que , como tem sido bastamente denunciado no Alcochetanidades , Luís Franco (Dr.) e a CDU perderam um mandato inteiro sem elaborar um Plano Estratégico para o Desenvolvimento de Alcochete , um Plano Estratégico para a Frente Ribeirinha, uma Avaliação Ambiental Estratégica , um Plano de Mobilidade Sustentável ou um Plano Turístico para Alcochete.
As responsabilidades , essas , são uma vez mais atiradas para cima do anterior executivo , numa prática recorrente de desculpabilização comunista que se iniciou no primeiro dia do mandato e que pelos vistos se vai prolongar até ao último.
Num texto que aqui publiquei no dia 13 de Janeiro deste ano intitulado «Um mandato a brincar aos autarcas» comentei o anúncio feito por Luís Franco (Dr.) num documento discretamente publicado no site institucional da Câmara Municipal de Alcochete baptizado de «Enquadramento aos Documentos Provisionais de 2009» , cujo link aqui deixo para quem quiser confirmar o que aqui afirmo. (http://www.cm-alcochete.pt/NR/rdonlyres/4366AC0B-3FD0-434E-B23C-9087ABA39374/0/Intro_doc_previsionais_09.pdf) ,
Nesse documento assinado por Luís Franco (Dr.) , o candidato comunista afirmou , na respectiva página nº 3 , a propósito do Ordenamento do Território , que em 2009 está prevista entre outros, do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Município de Alcochete, a elaboração do Plano Estratégico para a Frente Ribeirinha, a elaboração da Avaliação Ambiental Estratégica e a elaboração da Carta da REN.
Sobre essa promessa formulei uma pergunta: Então é no próprio ano em que finda o mandato que se elaboram planos estratégicos decisivos para o futuro do Concelho?
Link: http://alcochetanidades.blogspot.com/2009/01/um-mandato-brincar-aos-autarcas.html
Pelo teor do parágrafo retirado do site Setúbal na Rede depreende-se então que ao contrário do que referiu em Janeiro deste ano no supra citado documento , Luís Franco (Dr.) adia para algures durante o próximo mandato (2010-2015) a elaboração e aprovação dos instrumentos de planeamento de que Alcochete tanto carece e que o colocam com um atraso de quase 10 anos em relação à maioria dos municípios portugueses.
Mais grave do que esta evidente incapacidade de promover a elaboração de documentos de planeamento estratégico fundamentais ao cumprimento do desígnio do desenvolvimento sustentado de Alcochete é a afirmação feita por Luís Franco (Dr.) nesse parágrafo da entrevista de que está concluída a primeira fase de revisão do PDM de Alcochete.
A gravidade dessa afirmação radica precisamente no facto de se estar a promover uma revisão ao PDM sem existirem os instrumentos de planeamento estratégico acima referidos , tal como é confirmado pelo candidato comunista.
Num «post» assinado por mim publicado no Praia dos Moinhos em Outubro de 2007 , intitulado «O PDM da oportunidade perdida» ,http://praiadosmoinhos.blogspot.com/2007/10/o-pdm-da-oportunidade-perdida.html , denunciei a opção pela «navegação à vista» e pela pequena obra de proximidade com os munícipes (reparação da calçada, colocação de placas toponímicas, arranjo e limpeza dos espaços verdes existentes) que tem caracterizado a gestão municipal, e cujo potencial de aproveitamento político interessa rentabilizar ao máximo , em detrimento de qualquer consideração estratégica para o desenvolvimento qualificado e selectivo do concelho.
Nesse mesmo texto afirmei não conceber como realista qualquer revisão ao PDM sem antes se promover a elaboração de um conjunto de iniciativas que permitam que um instrumento administrativo tão vinculativo e decisivo ao desenvolvimento sustentado do concelho, traduza aquilo que realmente importa ao assegurar da sua qualificação e melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes e lancei o desafio ao poder local em Alcochete : Proceda-se com urgência e antes de se aprovar qualquer proposta de revisão do PDM à elaboração séria de um PLANO ESTRATÉGICO DE ALCOCHETE.
Estávamos em Outubro de 2007…
Vem agora Luís Franco (Dr.) confirmar o que eu mais temia.

Está concluída a primeira fase de revisão do PDM sem se terem aprovado instrumentos de planeamento estratégico cujos princípios deveriam nortear qualquer iniciativa de revisão do PDM. Tem sido assim na maioria dos municípios que pugnam por uma gestão autárquica rigorosa e competente.
No plano técnico e legal não faço sequer a mais pequena das ideias como foi possível concluir essa primeira fase da revisão do PDM sem esses instrumentos sabendo de antemão que os mesmos o devem integrar.
A revisão dos PDM , considerados pelos peritos como a segunda geração do planeamento do território à escala municipal , envolve um verdadeiro caldeirão onde todos os temas devem ser integrados , desde os mapas de ruído , às avaliações ambientais estratégicas , cartas , planos e sub-planos da mais variada índole , previamente aprovados.
Se como confirma Luís Franco (Dr.) , pouco ou nada disto existe em Alcochete , como é que se avançou com a revisão do PDM?
Na minha perspectiva , tal como já anteriormente denunciei , o executivo comunista de Alcochete , mais do que adiar sistematicamente o futuro de Alcochete , está verdadeiramente a hipotecá-lo.
Em Alcochete a descredibilização do planeamento do território segue em espiral e corrói literalmente o seu princípio de bem público , podendo afectar gravemente a qualidade de vida neste concelho a médio prazo.
É o que vai acontecer se se confirmarem as expectativas comunistas de obtenção de uma maioria absoluta em Alcochete nas próximas eleições autárquicas…

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Feira de Alcochete...considerandos finais

Na qualidade de munícipe e ciente do respeito e da consideração que nos merece uma instituição como a CERCIMA , seria interessante que a Câmara Municipal de Alcochete divulgasse o valor total do donativo entregue àquela instituição resultante da cobrança dos ingressos na Feira de Alcochete.

Tendo sido já anunciado que o evento terá recebido cerca de 25.000 visitantes a quem foi cobrado um valor entre o € 1,50 e os € 2,00 seria importante à defesa do nome da instituição beneficiária do donativo , sabermos o total que arrecadou com o evento.

Já agora não deixaria de ficar bem à CERCIMA vir a público agradecer a todos os visitantes da Feira de Alcochete o contributo para a sua nobre causa.

Aproveito ainda para publicar a Nota que fiz circular na net sobre toda esta polémica envolvendo a Feira de Alcochete:

«1º - Nunca apelei a qualquer veto à Feira do Cavalo de Alcochete; 2º - Nunca afirmei em lado nenhum que vetava a Feira; 3º - Simplesmente achei que cobrar ingressos na Feira e simultaneamente agendá-la para coincidir com a Feira de Maio na Moita poderia desviar muita gente de Alcochete para a Moita , pondo em risco um evento que aprecio e que acho relevante para a nossa terra. 4º - Houve quem , como El Alcochetanito e o Alcocheteafficcion , quisesse intencionalmente confundir esta preocupação com um ataque ao evento em si o que manifestamente é mentira. 5º - Ao tentarem criar essa confusão estão a agir politicamente. 6º - Lamento que gente como El Alcochetanito e o Alcocheteafficcion , que acredito gostam tanto desta terra como qualquer um de nós , não saibam discutir opiniões sem entrar num esquema de insulto que em nada valoriza quem se diz Alcochetano; 7º - Tudo o que estava em causa era saber se era ou não legitimo cobrar ingressos na Feira do Cavalo e agendá-la para coincidir com a Feira de Maio na Moita , questão que podia e merecia ser discutida por todos , QUE COMO EU , apreciam e querem manter as tradições desta terra. 8º - Lamento ter de constatar que para alguns é inaceitável haver opiniões distintas sobre os assuntos , reduzindo tudo ao mais reles insulto e tentativa de humilhação , tendo chegado ao ponto de ter sido apelidado de «pseudo-fascista» pelo Alcocheteafficcion fazendo lembrar tempos que já passaram há muito.

Gostaria ainda de esclarecer o seguinte: Ao contrário do que foi afirmado pelo El Alcochetanito e pelo Alcocheteafficcion NUNCA AFIRMEI que o produto da venda dos ingressos na Feira do Cavalo não se destina à CERCIMA. Tudo o que fiz foi estranhar ( e tenho o direito de o fazer) que: 1º - Tal donativo não tenha sido objecto de nenhuma decisão tomada em sessão de Câmara ou da Assembleia Municipal: 2º - Não estar devidamente publicitado no recinto da Feira (nomeadamente nas Bilheteiras)que o preço dos ingressos se destina à CERCIMA; 3º - Que nas Bilheteiras não houvesse qualquer instrução para emitir e entregar recibos do pagamento dos ingressos na Feira. É que , tratando-se de um donativo a uma instituição de solidariedade social , a lei impunha que se emitissem recibos a todos os que o pedissem para efeitos de IRS , e houve várias pessoas que pediram que eu sei. Transformar estas observações numa afirmação ( que nunca fiz) que é mentira que verba se destina à CERCIMA , é produto da imaginação maldosa de alguns ao serviço de interesses politicos.»

Já agora e para concluir de vez esta questão não prescindo de enviar uma última mensagem aos dois anónimos que se identificam como «El Alcochetanito» e «Alcocheteafficcion» e que se entreteram nos últimos dias a insultar-me na Internet e a lançarem a confusão sobre todos estes factos.
Para os manos do maldizer só tenho uma última mensagem:

Vocês os dois são mesmo ....giros….

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Verdadeiro Rosto do Regime Comunista de Alcochete

Um camarada controleiro comunista (bem os vi a circular atentos no recinto da Feira do Cavalo), que ainda por cima se diz afficcionado ( os verdadeiros afficcionados não se escondem no anonimato) pôs a circular numa conhecida rede social online uma mensagem contra o autor do Alcochetanidades.

Porque o texto é um bom exemplo da verdadeira face dos comunistas quando atingidos em pontos sensíveis do seu «modus operandi» tenho todo o prazer em colocá-lo aqui à disposição dos visitantes do Alcochetanidades para que vejam o verdadeiro rosto do regime comunista de Alcochete.

Aqui vai o texto:

«Meus amigos, no momento que vos envio esta mensagem, ainda decorre a 16ª Feira do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada como de costume em Alcochete.Certamente, triste, cabisbaixo e enraivecido com o sucesso e dimensão que esta Feira está a alcançar, um tal de LUIS PROENÇA, vem agora a terreno afirmar que a verba despendida á entrada (2 euros) não é para a CERCIMA! Grande lata a deste gajo, que após dizer tanto mal da nossa Feira, teve a pouca vergonha e a ousadia de lá pôr os presuntos! Para este badameco, até podemos ir à OVIBEJA pagar 8 euros, podemos ir à MONTIAGRI pagar 5 euros, mas pagar 2 euros para ajudar a CERCIMA é que não pode ser…. Oxalá que ele nunca venha a necessitar dos serviços daquela Instituição! Aliás, com todo o respeito que os utentes da CERCIMA me merecem, existem lá doentes com mais tino e mais equilíbrio mental que este LUIS PROENÇA!Nós, os Alcochetanos, não nos vamos esquecer das afirmações dementes deste politico desequilibrado! A própria CERCIMA, por todo o respeito que nos merece por todo o trabalho desenvolvido em prol das crianças e adultos dos Concelhos de Montijo e Alcochete, também, estou certo que não esquecerá, e deveria vir a público agradecer de forma institucional, toda a ajuda que a Feira de Alcochete deu à CERCIMA!E não é a primeira vez que alguém com grandes responsabilidades ligado ao PSD (Partido Social Democrata) vem a público tentar denegrir o bom nome dos responsáveis, trabalhadores e utentes da CERCIMA. Já aconteceu no Montijo, agora acontece em Alcochete!Ligado ao PSD??? Sim! Porque este LUIS PROENÇA é candidato pelo PSD à Assembleia Municipal de Alcochete, nas próximas eleições autárquicas que ocorrerão em Outubro! Não esqueçam este facto!Se este gajo tivesse o nosso voto, estávamos todos f_ _ _ _ _ s!PASSEM ESTA MENSAGEM A TODOS OS VOSSOS AMIGOS!
VIVA ALCOCHETE! VIVA A NOSSA FEIRA! VIVAM AS NOSSAS TRADIÇÕES!»

Mais comentários para quê? São os comunistas de Alcochete sem a máscara «democrata» do costume.