sábado, 30 de maio de 2009

Atrasar o futuro de Alcochete...confissões de incompetência.

Numa entrevista ao site Setúbal na Rede , Luís Franco (Dr.) , Presidente da Câmara Municipal de Alcochete , e candidato comunista àquele orgão autárquico realça e citando aquele site , «… Alcochete “deve manter a sua identidade”, defendendo para isso “dois princípios políticos fundamentais”, que passam pela “valorização da identidade do município e pelo seu desenvolvimento sustentável”. Além disso, o actual presidente da câmara garante que os “quatro eixos políticos” do seu actual mandato “vão ser prosseguidos”, nomeadamente com a “actualização dos instrumentos de planeamento e gestão do território”. Luís Franco critica o anterior executivo socialista, que “pouco ou nada fez” nesta área, revelando que “já está concluída” a primeira fase da revisão do plano director municipal.»
Ver link: http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=10871

Neste parágrafo está sintetizado o manancial de incompetência , bem como a incapacidade de cumprir com os compromissos e a falta de vergonha e até descaramento que tem caracterizado o mandato de Luís Franco (Dr.) à frente da Câmara Municipal de Alcochete.
É que , como tem sido bastamente denunciado no Alcochetanidades , Luís Franco (Dr.) e a CDU perderam um mandato inteiro sem elaborar um Plano Estratégico para o Desenvolvimento de Alcochete , um Plano Estratégico para a Frente Ribeirinha, uma Avaliação Ambiental Estratégica , um Plano de Mobilidade Sustentável ou um Plano Turístico para Alcochete.
As responsabilidades , essas , são uma vez mais atiradas para cima do anterior executivo , numa prática recorrente de desculpabilização comunista que se iniciou no primeiro dia do mandato e que pelos vistos se vai prolongar até ao último.
Num texto que aqui publiquei no dia 13 de Janeiro deste ano intitulado «Um mandato a brincar aos autarcas» comentei o anúncio feito por Luís Franco (Dr.) num documento discretamente publicado no site institucional da Câmara Municipal de Alcochete baptizado de «Enquadramento aos Documentos Provisionais de 2009» , cujo link aqui deixo para quem quiser confirmar o que aqui afirmo. (http://www.cm-alcochete.pt/NR/rdonlyres/4366AC0B-3FD0-434E-B23C-9087ABA39374/0/Intro_doc_previsionais_09.pdf) ,
Nesse documento assinado por Luís Franco (Dr.) , o candidato comunista afirmou , na respectiva página nº 3 , a propósito do Ordenamento do Território , que em 2009 está prevista entre outros, do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Município de Alcochete, a elaboração do Plano Estratégico para a Frente Ribeirinha, a elaboração da Avaliação Ambiental Estratégica e a elaboração da Carta da REN.
Sobre essa promessa formulei uma pergunta: Então é no próprio ano em que finda o mandato que se elaboram planos estratégicos decisivos para o futuro do Concelho?
Link: http://alcochetanidades.blogspot.com/2009/01/um-mandato-brincar-aos-autarcas.html
Pelo teor do parágrafo retirado do site Setúbal na Rede depreende-se então que ao contrário do que referiu em Janeiro deste ano no supra citado documento , Luís Franco (Dr.) adia para algures durante o próximo mandato (2010-2015) a elaboração e aprovação dos instrumentos de planeamento de que Alcochete tanto carece e que o colocam com um atraso de quase 10 anos em relação à maioria dos municípios portugueses.
Mais grave do que esta evidente incapacidade de promover a elaboração de documentos de planeamento estratégico fundamentais ao cumprimento do desígnio do desenvolvimento sustentado de Alcochete é a afirmação feita por Luís Franco (Dr.) nesse parágrafo da entrevista de que está concluída a primeira fase de revisão do PDM de Alcochete.
A gravidade dessa afirmação radica precisamente no facto de se estar a promover uma revisão ao PDM sem existirem os instrumentos de planeamento estratégico acima referidos , tal como é confirmado pelo candidato comunista.
Num «post» assinado por mim publicado no Praia dos Moinhos em Outubro de 2007 , intitulado «O PDM da oportunidade perdida» ,http://praiadosmoinhos.blogspot.com/2007/10/o-pdm-da-oportunidade-perdida.html , denunciei a opção pela «navegação à vista» e pela pequena obra de proximidade com os munícipes (reparação da calçada, colocação de placas toponímicas, arranjo e limpeza dos espaços verdes existentes) que tem caracterizado a gestão municipal, e cujo potencial de aproveitamento político interessa rentabilizar ao máximo , em detrimento de qualquer consideração estratégica para o desenvolvimento qualificado e selectivo do concelho.
Nesse mesmo texto afirmei não conceber como realista qualquer revisão ao PDM sem antes se promover a elaboração de um conjunto de iniciativas que permitam que um instrumento administrativo tão vinculativo e decisivo ao desenvolvimento sustentado do concelho, traduza aquilo que realmente importa ao assegurar da sua qualificação e melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes e lancei o desafio ao poder local em Alcochete : Proceda-se com urgência e antes de se aprovar qualquer proposta de revisão do PDM à elaboração séria de um PLANO ESTRATÉGICO DE ALCOCHETE.
Estávamos em Outubro de 2007…
Vem agora Luís Franco (Dr.) confirmar o que eu mais temia.

Está concluída a primeira fase de revisão do PDM sem se terem aprovado instrumentos de planeamento estratégico cujos princípios deveriam nortear qualquer iniciativa de revisão do PDM. Tem sido assim na maioria dos municípios que pugnam por uma gestão autárquica rigorosa e competente.
No plano técnico e legal não faço sequer a mais pequena das ideias como foi possível concluir essa primeira fase da revisão do PDM sem esses instrumentos sabendo de antemão que os mesmos o devem integrar.
A revisão dos PDM , considerados pelos peritos como a segunda geração do planeamento do território à escala municipal , envolve um verdadeiro caldeirão onde todos os temas devem ser integrados , desde os mapas de ruído , às avaliações ambientais estratégicas , cartas , planos e sub-planos da mais variada índole , previamente aprovados.
Se como confirma Luís Franco (Dr.) , pouco ou nada disto existe em Alcochete , como é que se avançou com a revisão do PDM?
Na minha perspectiva , tal como já anteriormente denunciei , o executivo comunista de Alcochete , mais do que adiar sistematicamente o futuro de Alcochete , está verdadeiramente a hipotecá-lo.
Em Alcochete a descredibilização do planeamento do território segue em espiral e corrói literalmente o seu princípio de bem público , podendo afectar gravemente a qualidade de vida neste concelho a médio prazo.
É o que vai acontecer se se confirmarem as expectativas comunistas de obtenção de uma maioria absoluta em Alcochete nas próximas eleições autárquicas…

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Feira de Alcochete...considerandos finais

Na qualidade de munícipe e ciente do respeito e da consideração que nos merece uma instituição como a CERCIMA , seria interessante que a Câmara Municipal de Alcochete divulgasse o valor total do donativo entregue àquela instituição resultante da cobrança dos ingressos na Feira de Alcochete.

Tendo sido já anunciado que o evento terá recebido cerca de 25.000 visitantes a quem foi cobrado um valor entre o € 1,50 e os € 2,00 seria importante à defesa do nome da instituição beneficiária do donativo , sabermos o total que arrecadou com o evento.

Já agora não deixaria de ficar bem à CERCIMA vir a público agradecer a todos os visitantes da Feira de Alcochete o contributo para a sua nobre causa.

Aproveito ainda para publicar a Nota que fiz circular na net sobre toda esta polémica envolvendo a Feira de Alcochete:

«1º - Nunca apelei a qualquer veto à Feira do Cavalo de Alcochete; 2º - Nunca afirmei em lado nenhum que vetava a Feira; 3º - Simplesmente achei que cobrar ingressos na Feira e simultaneamente agendá-la para coincidir com a Feira de Maio na Moita poderia desviar muita gente de Alcochete para a Moita , pondo em risco um evento que aprecio e que acho relevante para a nossa terra. 4º - Houve quem , como El Alcochetanito e o Alcocheteafficcion , quisesse intencionalmente confundir esta preocupação com um ataque ao evento em si o que manifestamente é mentira. 5º - Ao tentarem criar essa confusão estão a agir politicamente. 6º - Lamento que gente como El Alcochetanito e o Alcocheteafficcion , que acredito gostam tanto desta terra como qualquer um de nós , não saibam discutir opiniões sem entrar num esquema de insulto que em nada valoriza quem se diz Alcochetano; 7º - Tudo o que estava em causa era saber se era ou não legitimo cobrar ingressos na Feira do Cavalo e agendá-la para coincidir com a Feira de Maio na Moita , questão que podia e merecia ser discutida por todos , QUE COMO EU , apreciam e querem manter as tradições desta terra. 8º - Lamento ter de constatar que para alguns é inaceitável haver opiniões distintas sobre os assuntos , reduzindo tudo ao mais reles insulto e tentativa de humilhação , tendo chegado ao ponto de ter sido apelidado de «pseudo-fascista» pelo Alcocheteafficcion fazendo lembrar tempos que já passaram há muito.

Gostaria ainda de esclarecer o seguinte: Ao contrário do que foi afirmado pelo El Alcochetanito e pelo Alcocheteafficcion NUNCA AFIRMEI que o produto da venda dos ingressos na Feira do Cavalo não se destina à CERCIMA. Tudo o que fiz foi estranhar ( e tenho o direito de o fazer) que: 1º - Tal donativo não tenha sido objecto de nenhuma decisão tomada em sessão de Câmara ou da Assembleia Municipal: 2º - Não estar devidamente publicitado no recinto da Feira (nomeadamente nas Bilheteiras)que o preço dos ingressos se destina à CERCIMA; 3º - Que nas Bilheteiras não houvesse qualquer instrução para emitir e entregar recibos do pagamento dos ingressos na Feira. É que , tratando-se de um donativo a uma instituição de solidariedade social , a lei impunha que se emitissem recibos a todos os que o pedissem para efeitos de IRS , e houve várias pessoas que pediram que eu sei. Transformar estas observações numa afirmação ( que nunca fiz) que é mentira que verba se destina à CERCIMA , é produto da imaginação maldosa de alguns ao serviço de interesses politicos.»

Já agora e para concluir de vez esta questão não prescindo de enviar uma última mensagem aos dois anónimos que se identificam como «El Alcochetanito» e «Alcocheteafficcion» e que se entreteram nos últimos dias a insultar-me na Internet e a lançarem a confusão sobre todos estes factos.
Para os manos do maldizer só tenho uma última mensagem:

Vocês os dois são mesmo ....giros….

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Verdadeiro Rosto do Regime Comunista de Alcochete

Um camarada controleiro comunista (bem os vi a circular atentos no recinto da Feira do Cavalo), que ainda por cima se diz afficcionado ( os verdadeiros afficcionados não se escondem no anonimato) pôs a circular numa conhecida rede social online uma mensagem contra o autor do Alcochetanidades.

Porque o texto é um bom exemplo da verdadeira face dos comunistas quando atingidos em pontos sensíveis do seu «modus operandi» tenho todo o prazer em colocá-lo aqui à disposição dos visitantes do Alcochetanidades para que vejam o verdadeiro rosto do regime comunista de Alcochete.

Aqui vai o texto:

«Meus amigos, no momento que vos envio esta mensagem, ainda decorre a 16ª Feira do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada como de costume em Alcochete.Certamente, triste, cabisbaixo e enraivecido com o sucesso e dimensão que esta Feira está a alcançar, um tal de LUIS PROENÇA, vem agora a terreno afirmar que a verba despendida á entrada (2 euros) não é para a CERCIMA! Grande lata a deste gajo, que após dizer tanto mal da nossa Feira, teve a pouca vergonha e a ousadia de lá pôr os presuntos! Para este badameco, até podemos ir à OVIBEJA pagar 8 euros, podemos ir à MONTIAGRI pagar 5 euros, mas pagar 2 euros para ajudar a CERCIMA é que não pode ser…. Oxalá que ele nunca venha a necessitar dos serviços daquela Instituição! Aliás, com todo o respeito que os utentes da CERCIMA me merecem, existem lá doentes com mais tino e mais equilíbrio mental que este LUIS PROENÇA!Nós, os Alcochetanos, não nos vamos esquecer das afirmações dementes deste politico desequilibrado! A própria CERCIMA, por todo o respeito que nos merece por todo o trabalho desenvolvido em prol das crianças e adultos dos Concelhos de Montijo e Alcochete, também, estou certo que não esquecerá, e deveria vir a público agradecer de forma institucional, toda a ajuda que a Feira de Alcochete deu à CERCIMA!E não é a primeira vez que alguém com grandes responsabilidades ligado ao PSD (Partido Social Democrata) vem a público tentar denegrir o bom nome dos responsáveis, trabalhadores e utentes da CERCIMA. Já aconteceu no Montijo, agora acontece em Alcochete!Ligado ao PSD??? Sim! Porque este LUIS PROENÇA é candidato pelo PSD à Assembleia Municipal de Alcochete, nas próximas eleições autárquicas que ocorrerão em Outubro! Não esqueçam este facto!Se este gajo tivesse o nosso voto, estávamos todos f_ _ _ _ _ s!PASSEM ESTA MENSAGEM A TODOS OS VOSSOS AMIGOS!
VIVA ALCOCHETE! VIVA A NOSSA FEIRA! VIVAM AS NOSSAS TRADIÇÕES!»

Mais comentários para quê? São os comunistas de Alcochete sem a máscara «democrata» do costume.

domingo, 24 de maio de 2009

FEIRA DO CAVALO - CHEIRA A ESTURRO....

Fui hoje visitar a Feira do Cavalo de Alcochete , edição que como se sabe , fica marcada pela novidade da cobrança do ingresso no recinto da Feira, decisão camarária que como se sabe gerou alguma polémica.
O preço da entrada foi fixado em €2,00 , com direito a uma vistosa pulseirinha que nos é colocada na Bilheteira e que comprova junto dos porteiros do recinto que liquidámos o ingresso.
Perante a polémica instalada , a Câmara Municipal de Alcochete apressou-se a divulgar por todos os meios que afinal a receita com a cobrança dos ingressos revertia a favor da C.E.R.C.I.M.A.- Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas do Montijo e Alcochete.
Tal facto levou alguns acólitos do regime comunista de Alcochete a acusarem «de má língua» quem discordou da cobrança dos ingressos no recinto da Feira do Cavalo.
Enquanto aguardava pela minha vez para adquirir o ingresso na Feira do Cavalo de Alcochete assisti a uma situação bastante curiosa , mas plena de oportunidade no que respeita ao desmascarar de mais um escandaloso embuste comunista em Alcochete.
O casal que estava à minha frente solicitou na bilheteira que lhe passassem um recibo relativo ao pagamento dos ingressos na Feira do Cavalo de Alcochete.
O pessoal ao serviço na bilheteira pasmou e informou que não se passavam recibos do pagamento do ingresso no recinto.
O casal retorquiu informando que a receita dos ingressos correspondia a um donativo a uma instituição de solidariedade social e que legalmente tinha direito a exigir a passagem de um recibo para que o pudesse deduzir no seu IRS.
Confrontado com a recusa do pessoal de serviço na Bilheteira o casal em questão manifestou o seu desagrado e a intenção de denunciar às autoridades competentes tamanha ilegalidade.
Perante esta situação , também eu solicitei a passagem de um recibo para o mesmo efeito e também eu obtive a mesma resposta.
O casal que solicitou a passagem do recibo relativo à aquisição dos ingressos na Feira do Cavalo de Alcochete tem a lei do seu lado.
Efectivamente , foi em 2007 que o Governo introduziu regras para controlar a atribuição de donativos.
As entidades beneficiárias dos donativos têm de constar de uma lista de entidades reconhecidas para receber donativos e passaram a ter de emitir um comprovativo dos valores recebidos e declará-los ao fisco.
Os donativos a troco de um autocolante (como é o caso da Feira do Cavalo de Alcochete) rifas ou mesmo para o Banco Alimentar contra a Fome só são dedutíveis no IRS caso se peça um recibo.
A organização da Feira do Cavalo de Alcochete ao negar a emissão dos recibos relativos ao pagamento do ingresso , e porque o respectivo valor corresponde efectivamente a um donativo a uma instituição de solidariedade , comete uma ilegalidade e atenta contra os direitos dos visitantes enquanto contribuintes.
Mas os sinais da «barretada» que nos quiseram enfiar a este propósito não ficam por aqui.
Nem na pulseira que serve de bilhete de ingresso , nem na bilheteira , nem em qualquer outro ponto do recinto da Feira do Cavalo se pode encontrar uma informação que seja que esclareça que as receitas com os ingressos na Feira do Cavalo se destinam à C.E.R.C.I.M.A.
Porque será?
Ou muito me engano ou há aqui matéria suficiente para a ASAE intervir…

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Projecto SOTUR

No âmbito do Projecto SOTUR do Programa MIT-Portugal na Área de Sistemas de Transportes foi-nos solicitada a divulgação do seguinte inquérito:

SOTUR - Opções Estratégicas para a Revitalização Urbana baseadas em Soluções Inovadoras de Transporte - é o nome de um projecto de Investigação que está a ser desenvolvido na âmbito do Programa MIT-Portugal na Área dos Sistemas de Transportes envolvendo quatro universidades de grande prestígio: o Instituto Superior Técnico (IST), a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e o Massachusetts Institute of Technology (MIT).

O projecto pretende caracterizar a relação entre os Usos do Solo e os Transportes na Área Metropolitana de Lisboa (AML) e identificar um conjunto de medidas ou soluções inovadoras de forma a promover ocupações e futuros desenvolvimentos urbanos mais sustentáveis.
É dada particular atenção ao desenvolvimento de soluções que potenciem a revitalização dos centros urbanos tradicionais já que estes são muitas vezes constituídos por ruas de largura reduzida dificilmente compatíveis com a circulação e o estacionamento de automóveis.

Como parte fundamental destes objectivos é necessário realizar um inquérito à população desta região procurando-se caracterizar o mercado imobiliário residencial na AML, a sua relação com o sistema de transportes, e identificar os principais factores que condicionam a escolha do local e tipo de casa para habitar.

O questionário, que o(a) convidamos a preencher, inclui perguntas sobre os seus dados demográficos e de mobilidade, caracterização da sua área residencial actual e anterior, e preferências pessoais sobre o local e tipo de casa que gostaria de habitar.Este inquérito é totalmente anónimo e tem como público-alvo pessoas com idade igualou superior a 18 anos que residam na AML (Concelhos de Alcochete, Almada, Amadora, Azambuja, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira).

Para que a informação obtida através deste inquérito seja mais relevante é essencial chegar ao maior número de pessoas da Área Metropolitana de Lisboa, por isso é tão necessária a sua participação e de outras pessoas a quem possa reenviar este convite.

Por favor carregue no link seguinte para responder a este inquérito cujo tempo médio de resposta é de 15 minutos com um tempo máximo de 30 minutos.Se desejar pode reentrar várias vezes no inquérito para completar o seu conteúdo desde que realizado no mesmo computador.

PARTICIPE!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Sinais de terceiro mundismo autárquico


A forma de divulgação da Feira do Cavalo é também um sinal revelador da falta de rigor , de zelo e do cuidado que caracterizam a gestão autárquica comunista .
Já muito se falou do facto inédito de se passar a cobrar o acesso à Feira do Cavalo , ou de se ter agendado o evento para coincidir com a Feira de Maio na Moita do Ribatejo , ou de se subsidiar a respectiva organização com uma verba astronómica para os tempos de crise , crise que o Presidente da Câmara gosta de utilizar como justificação para a falta de iniciativa que caracteriza a sua gestão do município.
Para além de tudo isso destaca-se agora a vergonhosa a utilização POR TODA A VILA de equipamentos da PT como suporte publicitário para afixação de publicidade do evento em causa.
As fotos que ilustram este texto são apenas um exemplo do que se passa em toda a Vila de Alcochete e poderiam ter sido tiradas nalgum país do terceiro mundo. Mas não foram. Foram tiradas em Alcochete durante a era comunista que aflige este Concelho.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

JVC - Cuspir para o ar dá mau resultado...

Num texto redigido por quem não tem coragem de se assumir e que portanto se limita a assinar com as iniciais «JVC» , a edição de hoje do Jornal de Alcochete publica um artigo de opinião intitulado , pasme-se «CREDIBILIDADE».
Nesse texto , publicado apenas na versão de hoje (13.05.2009) do Jornal de Alcochete em suporte de papel , o referido «JVC» afirma que «Ser politico é também ser credível» , para logo a seguir denunciar o vazio de oposição e a ausência de alternativas ao poder comunista nas próximas eleições autárquicas.

Ao afirmar no seu texto que tudo o que resta aos eleitores de Alcochete é escolher entre a continuidade e a ausência de oposição , «JVC» está incidiosamente a querer convidar os eleitores a punir a oposição e a dar um voto de confiança àquilo que segundo afirma é , e citando «...a continuidade de um trabalho iniciado em 2005 e às perspectivas que nos forem dadas para os quatro anos.»

Nada disto mereceria a minha atenção e o meu tempo se se tratasse de um artigo publicado sob anonimato , pois é elementar que quem pugna sériamente pela credibilidade jamais publicaria um texto sob o anonimato de umas meras iniciais.

Neste capítulo cai de imediato por terra a credibilidade de quem exige credibilidade.

Mas o assunto é muito mais grave do que parece e por isso merece a minha atenção.

Um orgão de comunicação social que se queira afirmar como digno desse nome jamais publicaria um artigo de opinião sem identificar claramente quem é o seu autor.

Na Ficha Técnica do Jornal de Alcochete não há nenhum jornalista ou colaborador cujo o nome contenha as iniciais «JVC»

Afinal quem é então este «JVC» que capciosamente sugere o voto na continuidade , que sugere que se puna a oposição , e que exige credibilidade aos politicos sem contudo exigir de si próprio a credibilidade que se impunha com a clara identificação de quem assina este artigo????

O Alcochetanidades esclarece:

Este «JVC» é nada mais nada menos do que o Sr. JOÃO VILAR CONDUTO , sócio gerente da firma INVESTALC-INFORMAÇÃO E JORNALISMO,LDA. , EMPRESA PROPRIETÁRIA DO JORNAL DE ALCOCHETE.

Pois é Sr.João Vilar Conduto , «cuspir para o ar» dá sempre mau resultado.