quarta-feira, 13 de maio de 2009

JVC - Cuspir para o ar dá mau resultado...

Num texto redigido por quem não tem coragem de se assumir e que portanto se limita a assinar com as iniciais «JVC» , a edição de hoje do Jornal de Alcochete publica um artigo de opinião intitulado , pasme-se «CREDIBILIDADE».
Nesse texto , publicado apenas na versão de hoje (13.05.2009) do Jornal de Alcochete em suporte de papel , o referido «JVC» afirma que «Ser politico é também ser credível» , para logo a seguir denunciar o vazio de oposição e a ausência de alternativas ao poder comunista nas próximas eleições autárquicas.

Ao afirmar no seu texto que tudo o que resta aos eleitores de Alcochete é escolher entre a continuidade e a ausência de oposição , «JVC» está incidiosamente a querer convidar os eleitores a punir a oposição e a dar um voto de confiança àquilo que segundo afirma é , e citando «...a continuidade de um trabalho iniciado em 2005 e às perspectivas que nos forem dadas para os quatro anos.»

Nada disto mereceria a minha atenção e o meu tempo se se tratasse de um artigo publicado sob anonimato , pois é elementar que quem pugna sériamente pela credibilidade jamais publicaria um texto sob o anonimato de umas meras iniciais.

Neste capítulo cai de imediato por terra a credibilidade de quem exige credibilidade.

Mas o assunto é muito mais grave do que parece e por isso merece a minha atenção.

Um orgão de comunicação social que se queira afirmar como digno desse nome jamais publicaria um artigo de opinião sem identificar claramente quem é o seu autor.

Na Ficha Técnica do Jornal de Alcochete não há nenhum jornalista ou colaborador cujo o nome contenha as iniciais «JVC»

Afinal quem é então este «JVC» que capciosamente sugere o voto na continuidade , que sugere que se puna a oposição , e que exige credibilidade aos politicos sem contudo exigir de si próprio a credibilidade que se impunha com a clara identificação de quem assina este artigo????

O Alcochetanidades esclarece:

Este «JVC» é nada mais nada menos do que o Sr. JOÃO VILAR CONDUTO , sócio gerente da firma INVESTALC-INFORMAÇÃO E JORNALISMO,LDA. , EMPRESA PROPRIETÁRIA DO JORNAL DE ALCOCHETE.

Pois é Sr.João Vilar Conduto , «cuspir para o ar» dá sempre mau resultado.

«Um Concelho a marcar passo» - Por Jorge Borges da Silva

«Há verdades absolutas e uma delas é que a mentira não dura para sempre.
O mesmo se pode dizer da qualidade do executivo comunista, para isso, basta analisar atentamente o Relatório de Gestão e Contas apresentado na última Assembleia Municipal, o qual expressa de forma inequívoca uma gestão que atrofia o futuro do nosso concelho.
Como sempre, a verdade dos números é inquestionável, e por isso, vale mais do que qualquer história recalcada de bruxas contada pela claque vermelha da CDU. Assim, comparando 2007 com 2008, verificamos que o investimento diminuiu (- 4,7 por cento); as receitas totais da autarquia aumentaram (+ 9,2 por cento); as despesas correntes (despesas de funcionamento da Câmara) aumentaram (+6,84 por cento); as despesas com pessoal aumentaram (+8%) e as horas extraordinárias aumentaram (+12 por cento).
Para além de tudo isto, o Plano Plurianual de Investimentos, que corresponde à lista de obras que este executivo se propôs efectuar, registou o grau de execução mais baixo dos últimos anos. Dos 6.303.972,87 euros de investimento previsto para 2008, realizou-se unicamente 1.733.149,53 euros, o que significa uma taxa de execução lamentável, de 27,49 por cento, repercutindo-se directamente em áreas fundamentais para o desenvolvimento do concelho. Por exemplo, a Acção Social e o Turismo não tiveram qualquer tipo de investimento, nas áreas da Saúde, Desporto, Recreio e Lazer e Educação o investimento ficou muito aquém do previsto. Os projectos de reabilitação urbana, requalificação de espaços, construção de áreas desportivas, imagem urbana, redes de ciclovias, ilhas ecológicas, remodelação de parques infantis, entre outros, foram simplesmente deixados cair.
Somos assim confrontados com um executivo, que para além de trabalhar menos e gastar mais, faz, ano após ano, tábua rasa dos documentos previsionais que ele próprio elabora e que deveriam ser a materialização da sua política e consequentemente das promessas efectuadas ao eleitorado.
O mau serviço desta gestão autárquica é evidente, contrastando com a simpática propaganda levada a cabo pelo Sr. Presidente da Câmara, que tenta fazer crer aos munícipes que tudo vai bem, enquanto a realidade mostra precisamente o contrário.Foi assim no passado e será no futuro. Com a CDU à frente dos destinos da autarquia o nosso concelho continuará a marcar passo. »
Jorge Borges da Silva-Presidente do PSD e Candidato à Câmara Municipal de Alcochete



Fonte : Jornal de Alcochete (Edição de 13.05.2009)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

À ATENÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE ALCOCHETE.

Toda a politica camarária da CDU e de Luís Franco em matéria de apoio aos empresários locais nos últimos quatro anos resume-se a uma única iniciativa.
Uma iniciativa pomposamente apelidada de «Quinzena Empresarial de Alcochete» e que se resume a um conjunto de visitas de cortesia do executivo camarário às empresas sediadas no concelho com o pretexto de auscultar os empresários locais sobre as realidades empresarias, quais as suas estratégias e acções para implementação de boas práticas, as suas preocupações relativamente à qualificação dos funcionários e as suas expectativas quanto aos novos investimentos públicos, principalmente no que respeita à construção do Novo Aeroporto de Lisboa.
Tal iniciativa mais não é do que uma forma capciosa de usar os empresários locais para fins meramente políticos e de promoção da imagem em período eleitoral.
Se Luís Franco e a CDU estivessem verdadeiramente preocupados com os empresários locais ou com quem pretende investir no concelho , teriam promovido oportunamente ,ao longo do mandato , tal como sucede em muitas Câmaras Municipais deste país , um conjunto de iniciativas de apoio e incentivo à candidatura daqueles aos fundos comunitários disponibilizados no âmbito do QREN , quanto mais não fosse no que respeita à divulgação de informação junto dos mesmos sobre os seus objectivos prioritários , componentes do financiamento ,dotações , criando até um gabinete de apoio às respectivas candidaturas.
Nada disto foi feito.
Já agora , e se é que os empresários locais ainda não saibam , não posso deixar de informar os visitantes do Alcochetanidades que no âmbito do QREN - QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL 2007-2013 , cujo período de vigência é de 2007 - 2013 (com a sua execução financeira previsivelmente até Junho de 2015), foram disponibilizados , só para a Região de Lisboa , 307 milhões de euros a que as empresas se podem candidatar.
Se juntarmos este desinteresse da Câmara Municipal aos factos já aqui denunciados , mais concretamente o fracasso das candidaturas da própria autarquia aos fundos disponibilizados no âmbito do QREN , e a total passividade desta perante os programas de apoio à modernização da actividade comercial e empresarial , só podemos chegar a uma conclusão:
Esta pseudo iniciativa apelidada de «Quinzena Empresarial de Alcochete» não passa portanto de uma verdadeira «fantochada» , para utilizar uma expressão muito do agrado de um deputado municipal comunista de Alcochete , para não dizer que é um autêntico insulto ao labor e inteligência dos empresários locais , pela forma como os usa para fins meramente eleitoralistas.

domingo, 10 de maio de 2009

Parabéns Alcochetense

O Alcochetanidades saúda o título de campeão distrital hoje alcançado pelo Grupo Desportivo Alcochetense e o regresso à IIIª Divisão Nacional.
Fez-se assim justiça ao Alcochetense , que depois de ter sido prejudicado na secretaria a época passada , regressa assim ao lugar que por direito é seu.

Parabéns à Direcção , à equipa técnica e aos jogadores.

Toda a pouca vergonha ousa e faz...

O Jornal de Alcochete , em mais um dos infindáveis «copy paste» que faz das noticiais divulgadas no site institucional da Câmara Municipal de Alcochete , informa que o executivo camarário iniciou um ciclo de visitas às empresas sediadas no concelho , iniciativa que se prolongará até ao próximo dia 14 deste mês.
Um dos objectivos desta iniciativa de cariz puramente demagógico e eleitoralista , será o de permitir ao Presidente da Câmara e ao executivo auscultar os empresários locais sobre as realidades empresarias, quais as suas estratégias e acções para implementação de boas práticas, as suas preocupações relativamente à qualificação dos funcionários e as suas expectativas quanto aos novos investimentos públicos, principalmente no que respeita à construção do Novo Aeroporto de Lisboa.
O momento escolhido para esta iniciativa reduz a escombros qualquer bondade ou resquício de boa fé que a mesma pudesse conter.
A propósito desta noticia não posso deixar de formular as seguintes questões:
- Então é a 6 meses do fim do mandato e em plena pré-campanha eleitoral que Luís Franco se lembrou de ouvir os empresários locais?
- É a 6 meses do final do mandato que Luís Franco se lembrou de se levantar do seu poleiro presidencial para ir ao encontro dos empresários para tomar conhecimento dos seus anseios , preocupações e estratégias?
- O que é que andou a fazer nos últimos quatro anos? Ou será que só se lembra dos empresários locais em época de eleições?
- A Directora do Centro de Emprego do Montijo acompanhou estas visitas. Todos nós sabemos que a maior parte dos desempregados inscritos nesse centro de emprego não residem no concelho de Alcochete , e que os poucos postos de trabalho aqui criados (mormente à custa do Freeport) são preenchidos por pessoas oriundas doutros concelhos.
- Houve alguma preocupação por parte de Luís Franco e da CDU em aferir junto do Centro de Emprego do Montijo quantos desempregados residentes em Alcochete estão ali inscritos?
- Houve alguma preocupação em concertar esforços com o Centro de Emprego do Montijo no sentido de direccionar preferencialmente a colocação dos desempregados residentes em Alcochete para as ofertas de emprego aqui existentes?
- Alguém me sabe dizer se Luís Franco e o executivo camarário se dignarão a visitar uma empresa de ponta instalada no concelho de Alcochete e que tomou a iniciativa de oferecer os equipamentos desportivos instalados recentemente em estabelecimentos de ensino do concelho , bem como os equipamentos instalados no parque infantil do Rossio? Ou alguém tem dúvidas que tudo ainda estaria na mesma se não fosse essa empresa? Como não vi o nome dessa empresa no rol das primeiras empresas visitadas por Luís Franco e companhia…
- Algum empresário local aproveitou a oportunidade para confrontar a Câmara com o total fracasso nas candidaturas aos fundos comunitários disponibilizados no quadro do QREN e que representaram perdas de vários milhões de euros que directa ou indirectamente permitiriam revitalizar a economia local?
-Algum empresário local questionou Luís Franco sobre a total inexistência de uma politica de parcerias entre a CMA e o tecido empresarial local , um dos factos que esteve na origem do chumbo das candidaturas do câmara aos fundos comunitários?
- Algum empresário local aproveitou a oportunidade para perguntar a Luís Franco porque é que a CMA , ao contrários dos municípios vizinhos , nem sequer se candidatou a determinados programas comunitários destinados à revitalização do tecido empresarial e comercial local?
- Já agora e por último, porque será que a Associação de Comerciantes de Montijo e Alcochete não acompanhou estas visitas?
Naturalmente que não estou à espera que estas perguntas sejam respondidas pelo Jornal de Alcochete…
De qualquer forma fica bem marcado o cariz totalmente demagógico e eleitoralista desta iniciativa camarária.
Como diz o provérbio:
«Tudo a pouca vergonha ousa e faz.»

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Deputado municipal comunista afirma ter visto Bruxas em Alcochete...Que Giro!

O camarada deputado municipal Giro, que esta semana nos brindou com um artigo publicado no Jornal de Alcochete e no Jornal do Montijo ,remata a versão hoje publicada neste último periódico com uma nota confessional.
Diz o camarada deputado Giro , na versão do mesmo artigo publicada na edição de hoje do Jornal do Montijo , que não crê em Bruxas mas que las hay...hay...

Camara Deputado Giro , que tal fazer uma visitinha ao oftalmologista?

Entretanto experimente pôr uma pedra de cânfora debaixo de um tapete (com a foice e o martelo de preferência).Parece que um dente de alho tambem serve.

Perante uma oposição mais reactiva o camarada deputado até passou a sofrer de delírios visuais com bruxas.
Calma camarada deputado. Com o tempo habitua-se.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Filhos e enteados de uma Directora de um jornal local...

As ilações deixo-as para os visitantes do Alcochetanidades.

Na última edição do Jornal de Alcochete (06 de Maio de 2009) o comunista Jorge Giro , no estilo literário rudimentar que o caracteriza , teve o privilégio de quase uma página inteira para escrever os dislates do costume , desta feita apelidando de «fantochada» a intervenção de Borges da Silva sobre os documentos de Prestação de Contas e Relatório de Gestão 2008 discutidos naquela reunião.

Estranhamente , nenhum jornalista do Jornal de Alcochete , publicou qualquer matéria sobre esse assunto , e ainda estranhamente , uma nota de imprensa enviada pelo pelo PSD/Alcochete não mereceu sequer uma referência no jornal.
Por coincidência , na semana em que estalou a polémica em torno da Feira do Cavalo de Alcochete , a Senhora Directora do Jornal de Alcochete , publica nessa mesma edição , um artigo ASSINADO POR SI , fazendo a apologia da organização desse evento...

Na sequência de um texto que aqui publiquei no dia 19 de Fevereiro de 2009 intitulado «A Nova Politica Editorial do Jornal de Alcochete» , cujo link indico no final , fui informado que a partir dessa data estava vetado pelo jornal que não publicará qualquer texto assinado por mim, situação que efectivamente perdura até à presente data.
Sim é verdade. Numa decisão jornalistica mais compativel com o que se passa numa qualquer ditadura , o Jornal de Alcochete VETOU o cabeça de lista do PSD à Assembleia Municipal de Alcochete , recusando publicar qualquer texto que eu assine.

Na altura , no texto publicado no Alcochetanidades, limitei-me a esclarecer que a decisão de limitar os artigos de opinião a 500 caractéres só beneficiaria quem pouco ou nada tem para dizer sobre Alcochete.
Na sequência desse «mal entendido» , manifestei à Directora do Jornal de Alcochete a minha disponibilidade para publicar no Alcochetanidades um esclarecimento do jornal sobre essa questão. Não mereci qualquer resposta por parte daquela.

Numa atitude puramente persecutória , a direcção do jornal decidiu vetar-me por achar que tal observação continha uma insinuação de favorecimento ao PCP e à Câmara Municipal , quando afinal , segundo a direcção do Jornal de Alcochete se tratava apenas de uma questão de racionalização do espaço no jornal aplicada sem distinção a todas as forças politicas.

O artigo assinado pelo comunista Jorge Giro na última edição do Jornal de Alcochete tem aproximadamente 2000 caractéres.

Então em que é que ficamos Srº Directora do Jornal de Alcochete?

Afinal as regras de limitação da dimensão dos textos não eram iguais para todos?

Senhora Directora do Jornal de Alcochete , «à mulher de César não basta ser , também tem de parecer.»
Dos proprietários do Jornal de Alcochete , certamente alheios a estas situações , só se espera uma atitude em defesa do jornal. Demissão imediata de quem age desta forma. Aguardo com curiosidade os desenvolvimentos...

http://alcochetanidades.blogspot.com/2009/02/nova-politica-editorial-do-jornal-de.html