quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Sorriso de Mona Lisa - Por Pedro Nogueira (PSD/Alcochete)

É com todo o gosto, que partilho com os visitantes do Alcochetanidades este texto de Pedro Nogueira , que vos «envio» desde as terras quentes da Rainha Ginga onde me encontro há alguns dias.

Aqui vai:

«O conhecido quadro, da autoria de Leonardo da Vinci, deve uma boa parte da sua fama ao sorriso misterioso da sua protagonista. Inúmeras teorias foram, ao logo dos tempos, aventadas para o explicar.

Mais recentemente, fomos surpreendidos com a notícia da contratação do professor Augusto Mateus e da sua equipa, para realizar o Plano Estratégico do Município de Alcochete.

Ao tomarmos conhecimento desta decisão de Luís Franco somos invadidos por sentimento paradoxal. Por um lado, o trabalho passado do professor Augusto Mateus, serve-nos de fiança para acreditarmos que daqui poderá sair um bom Plano Estratégico. Por outro assistimos, com incredulidade, a mais um processo de outsorcing da reflexão e do planeamento, por parte deste executivo camarário.

A falta de capacidade desta equipa de gestão do município, que desde há muito é denunciada pelo PSD/Alcochete, e que se torna notória para cada vez mais alcochetanos, é agora como que assumida, num acto de verdadeira contrição. A CDU, outrora famosa pela sua “gestão autárquica”, opta agora, por entregar os processos de definição estratégia de Alcochete a operadores privados.

Depois de quatro anos de total estagnação do concelho, nas áreas da educação, do emprego, do turismo e do comércio, Luís Franco promete-nos, entre sorrisos, “que é agora!”. A “renovação” da lista do executivo, bem simbolizada por Jorge Giro, permitiria, segundo esta tese, que câmara passasse a dispor de competência técnica para a verdadeira resolução dos problemas dos nossos concidadãos.

Na verdade já todos percepcionam que nada disto é verdade e que o modelo se esgotou.
É hora de repensar a tradição de votar CDU. É hora de entregar a gestão do município a quem tenha competência para o gerir.

E Luís Franco, sorri de quê?

Pedro Nogueira
Director de Campanha – Borges da Silva 09»




terça-feira, 14 de julho de 2009

OLHO VIVO - Cuidado com o politico bem falante e sem curriculum profissional

A meu ver um bom político bom é aquele que tem conceito e popularidade.
Conceito porque cumpre com a sua palavra, tem respeito pelo eleitor e trabalha de forma competente em prol da população que o elegeu. Por isso, assimila bem a importância do binômio conceito-popularidade.
Popularidade para ser reconhecido como homem público. Conceito para ser respeitado e cumprimentado pela forma honrada , empenhada e competente com que representa o seu eleitorado e os demais da população.

É tendo em vista as eleições autárquicas de outubro próximo que é necessário ter OLHO VIVO na escolha dos autarcas que presidirão aos destinos de Alcochete.

Ter olho vivo implica que os municipes de Alcochete saibam usar o poder do seu voto e não se deixem enganar por um político bem-falante , de currículo profissional pobre ou inexistente, e competência pior ainda. Refiro-me óbviamente ao actual Presidente da Câmara Municipal de Alcochete e candidato comunista a um novo mandato.

No caso de Alcochete vale a pena arriscar e trocar de Presidente da Câmara do que voltar a eleger o que lá está actualmente: Bem falante mas totalmente inábil.

As eleições autárquicas de outubro próximo marcam uma nova oportunidade para Alcochete. Você decide, meu caro leitor. O voto é importante e fundamental para Alcochete.

A ordem é destronar Luis Franco (Dr.) e o poder comunista instalado que quer continuar a fazer de Alcochete um ninho, cujo colchão é confeccionado com o fruto da incompetência , do imobilismo e dos desatinos de toda ordem.
Olho vivo!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Luis Franco e a CDU não querem saber dos muncipes

Na sequência de uma acção de rua hoje promovida no âmbito da pré-campanha do PSD/Alcochete , fomos contactados por municipes que nos manifestaram a sua insatisfação pelo facto de Luis Franco (Dr.) e a Câmara Municipal não terem dado uma palavra sequer aos comerciantes que exercem a sua actividade no Mercado de Alcochete relativamente às obras em curso na Rua do Mercado.
Segundo nos foi dito , ninguém da Câmara Municipal de Alcochete teve o respeito necessário pelas pessoas que ali ganham o seu sustento , informando-os do inicio da obra , da sua duração e das condicionantes que a mesma provoca nos acessos a um Mercado que já merecia ter sido requalificado e que só por si sofre com a escassez de clientela.

Uma atitude que revela o total desprezo de Luis Franco (Dr.) e da CDU pelos municipes.

Nada que nos admire pois quem revela desconsideração e desrespeito pelos próprios funcionários da própria Câmara não lhes pagando aquilo a que têm direito pela realização de trabalho ao fim de semana , também não pode ter consideração pelos municipes.

Entretanto , também nos vieram confessar que há mais de um ano que a Câmara não cobra taxas relativas ao licenciamento de publicidade ,colocação de toldos e esplanadas.

Das três uma: Ou de facto a desconsideração de Luis Franco (Dr.) e da CDU pelos municipes é de tal ordem que nem sequer se lembram de cobrar estas receitas municipais ; ou a desorganização interna da CMA atingiu um ponto tal que a sua capacidade operacional é nula ; ou finalmente a proximidade das eleições leva a um adiamento «simpático» da cobrança dessas taxas.

De uma forma ou de outra , para quem justifica sistemáticamente a sua inércia com a escassez de receitas e com a falta de apoio do poder central , tudo isto tresanda a uma enorme hipocrisia.

Entretanto , Luis Franco (Dr.) continua a delegar o aspecto odioso do trabalho politico às figuras de terceiro plano do PC local , preferindo criar a convicção que «paira» acima das querelas politicas locais , esquecendo que todos percebemos quem manobra os cordeis das marionetas locais do partido.

PS: Continuamos à espera de saber quanto é que a Câmara Muncicpal de Alcochete entregou à CERCIMA do produto da cobrança dos ingressos na Feira de Alcochete , que como se recordarão, foi a justificação apresentada por Luis Franco (Dr.) para tal opção.

sábado, 4 de julho de 2009

Saneamento na Rua Dr.José Dias da Cruz - Exemplo do Desinteresse da CDU e de Luis Franco


Desde os tempos de Miguel Boieiro à frente da Câmara Municipal de Alcochete , passando pelo executivo socialista , até ao actual executivo comunista , que os moradores da Rua Dr.José Dias da Cruz em Alcochete ( junto à escola do Monte Novo) reivindicam da Câmara Municipal uma intervenção que resolva definitivamente os problemas de saneamento existentes no local , os quais estão na origem do cheiro nauseabundo que muitas vezes se faz sentir no local , que invade as casas e que as transforma em verdadeiros ninhos de baratas.

Desde o inicio do presente mandato que alguns moradores têm feito chegar a Luis Franco (Dr.) e à Câmara Municipal a sua insatisfação e a sua preocupação com uma situação que se arrasta há anos a fio. Sem qualquer sucesso. É um assunto que não interessa a Luis Franco (Dr.) nem à CDU. Talvez se morassem ali já tivessem resolvido o problema...

A falta de interesse de Luis Franco (Dr.) e da CDU na resolução de um verdadeiro problema de saúde pública mais não é do que uma prova da incapacidade de um executivo que andou literalmente a deixar passar o tempo durante os quatro anos de mandato.

Como candidato autárquico à Assembleia Municipal de Alcochete nas listas do PSD fica aqui desde já a garantia que este assunto não será esquecido.

BORGES DA SILVA em contacto directo com a população

BORGES DA SILVA em contacto com os munícipes

BORGES DA SILVA no Mercado de Alcochete

O candidato do PSD à Câmara Muncipal de Alcochete , BORGES DA SILVA acompanhado de outros candidatos do partido está a promover acções de rua junto dos municipes de forma a auscultar os seus anseios e preocupações.

Depois dos contactos com Associações de Pais , Associação de Comerciantes , Forças de Segurança e com a RNET - Reserva Natural do Estuário do Tejo , BORGES DA SILVA e o PSD de Alcochete dão prioridade ao contacto directo com os munícipes , no âmbito de um conjunto de acções que se vão multiplicar até às eleições autárquicas.

Preocupados com os direitos trabalhadores? Não me parece

O Partido Comunista arroga-se arauto da defesa dos trabalhadores quando na verdade a sua preocupação é instrumentalizá-los como arma política.
Entre a realidade e as intenções há uma enorme distância.

Já aqui denunciei as condições precárias em que trabalham os funcionários municipais de serviço no canil municipal e a falta de pagamento do trabalho realizado ao fim de semana.

De igual forma chamei a atenção para o facto da Câmara Municipal de Alcochete usar e abusar da mão de obra gratuita ao abrigo do POC - Plano Ocupacional de Emprego.

Soube agora que as horas extraordinárias realizadas pelos funcionários camarários durante a Feira de Alcochete ainda não foram pagas , facto que está a gerar forte insatisfação entre os mesmos.

Estranha forma de ser comunista esta de Luis Franco (Dr.) e seus acólitos.

Pode ser que muito me engane , mas o estilo pessoal do actual Presidente da Câmara de Alcochete , mais próximo da figura do «menino bem de Cascais» deve fazer corar a poderosa ala operária do Partido Comunista. Ainda há dias um amigo meu que não vive em Alcochete , confrontado com a foto do candidato comunista me perguntava se aquele era o candidato do CDS/PP...


PS: Soube que o Governo Civil de Setúbal teve de acudir a CERCIMA com uma verba de cerca de € 5000,00 para evitar que esta suspendesse a actividade. Volto a perguntar: ONDE ESTÁ O DONATIVO QUE LUIS FRANCO E A CMA PROMETERAM ENTREGAR RESULTADO DA COBRANÇA DOS INGRESSOS NA FEIRA DE ALCOCHETE?

Plano Estratégico de Alcochete entregue à consultora Augusto Mateus & Associados

Ontem à noite, por ocasião do debate «Que Desafios para o Concelho de Alcochete» realizado no Fórum Cultural no âmbito da elaboração do Plano Estratégico para o Desenvolvimento de Alcochete , perante cerca de 60 pessoas , Luis Franco (Dr.) anunciou a contratação do Prof.Augusto Mateus e da sua equipa para a elaboração deste importantissimo documento estratégico que foi batizado de Alcochete2025 Visão e Estratégia , documento que segundo o edil estará pronto no primeiro semestre de 2010.
Augusto Mateus salientou na sua intervenção de cerca de 2 horas , a necessidade de intercatividade do processo de elaboração de um documento que deve ser uma expressão do colectivo ; o ideal de mudança e conservação inteligente que o mesmo deve observar ; a contextualização de Alcochete no âmbito da cidade região de Lisboa e do reequilibrio territorial inerente ao desenvolvimento de um conceito territorialmente abrangente que pode valorizar o concelho atenta a sua posição central na valorização do Tejo e do Atlântico ; os desafios inerentes à criação de condições que permitam atrair investimento para o concelho , destacando as actividades aeroportuários caso se confirme a construção do novo aeroporto ; a qualificação de Alcochete como espaço de visitação ; a necessidade de uma ponderação equilibrada da questão das acessibilidades a Alcochete.

O ex ministro não deixou ainda de referir o aproveitamento deficiente da potencialidade estética de Alcochete , tendo identificado aquilo que apelidou de«toques de fealdade» na sede do concelho.

Apesar do período pré-eleitoral que vivemos , do facto de entender ,como já aqui referi , que a preparação deste instrumento deveria ter sido uma prioridade deste executivo desde o primeiro dia do mandato , e do «timing» escolhido para o arranque deste processo poder estar associado à proximidade de um acto eleitoral , pautei a minha intervenção no debate , no qual participei na qualidade de munícipe e Vice Presidente do PSD/Alcochete , por uma atitude de cooperação positiva , evitando qualquer politização do mesmo , focando a minha atenção na necessidade de se investir tempo e reflexão no modelo de participação na elaboração deste documento estratégico. A este propósito sugeri que se promovam sessões temáticas , work shops , e que se envolvam as forças vivas do concelho no debate , para além de sessões deste genéro e da utilização da internet como meio de angariação de sugestões.

Entre «private jokes» de Luis Franco (não há nada menos elegante do que estarmos num grupo de pessoas, alguém dizer um frase e só uma ou duas perceberem.) , foi a CDU a marcar negativamente a sessão , quando um militante e autarca comunista , que obviamente não conseguiu perceber qual o propósito subjacente à realização do debate e o seu cariz transversal que necessariamente impõe uma mobilização supra partidária de todo o universo alcochetano , tentou instrumentalizar a sessão e transformá-la num comicio do partido , chamando à colação a temática dos projectos de candidatura da CMA aos fundos do QREN ,agitando de forma atabalhoada e despropositada a bandeira da perseguição a Alcochete por parte do poder central.

A intervenção desse autarca , que fez questão de enumerar quase todos os cargos que ocupa no concelho ( e digo «quase» porque acabou por admitir que se calhar se estava a esquecer de algum cargo...que Giro...) acabou por merecer o meu repúdio tendo apelado à mesa que tentasse evitar a transformação do debate num comicio politico da CDU. Sobre este ponto não posso deixar de referir a forma pedagógica como Luis Franco (Dr.) interveio junto do seu desabrido camarada , explicando que não era aquele o momento e o local para politização do debate.

Preferi evitar baixar ao nível daquela intervenção , o que certamente conseguiria se tivesse relembrado aos presentes no debate as verdadeiras razões pelas quais os projectos de candidatura da CMA aos fundos do QREN foram chumbados. Preferi contudo não descer ao nível do autarca comunista em questão.

Sobre esta questão destaco também a intervenção final de Augusto Mateus que apelou para a necessidade de não poluir o processo participativo com questões que possam provocar divisões que ponham em causa a boa preparação de um instrumento que deve ser a expressão de uma vontade verdadeiramente colectiva. Duvido contudo que o autarca comunista em questão tenha percebido o alcance da mensagem.

Aguardo então que todas as manifestações de vontade Augusto Mateus relativamente à promoção de um processo verdadeiramente participado em torno da preparação deste instrumento sejam concretizadas.