quinta-feira, 23 de julho de 2009

Será que esta Câmara nos une? - Por BORGES DA SILVA

Acabou o ano lectivo e com ele terminou igualmente o projecto e respectivo protocolo, que tinha sido acordado entre o Sporting Clube de Portugal, a Câmara Municipal de Alcochete, a escola Secundária de Alcochete, a Escola EB 2,3 El Rei D. Manuel I e as respectivas associações de pais.
Este Projecto intitulado “ A terra que nos une”, iniciado após o esfaqueamento de um atleta juvenil do Sporting por um colega na Escola Secundária, tinha como principais objectivos promover a cultura Alcochetana, envolver os atletas da formação da Academia do Sporting na comunidade, e divulgar o trabalho realizado pelas escolas e associações de pais.
Para este efeito, foi acordado um programa de actividades a desenvolver pelas diferentes entidades envolvidas, sendo que cada uma seria responsável pelo cumprimento das mesmas. Do programa faziam parte as seguintes actividades: torneio de voleibol, demonstração de ginástica, pedy-paper, prova de BTT, jogos tradicionais, visita à Academia do Sporting, concurso de talentos e cerimónia de encerramento.

Das actividades propostas, o concurso de talentos e a cerimónia de encerramento, que eram da responsabilidade da Câmara Municipal, não foram realizadas por falta de interesse e empenho da Autarquia, num projecto que se revestia da maior importância para a comunidade e que foi silenciosamente deixado cair.

Falta de interesse e empenho, marcado pela deficiente promoção destas actividades junto da população do Concelho, que tinha ficado acordado ser efectuada pela autarquia.
Falta de interesse e empenho, no não aproveitamento do trabalho efectuado pela psicóloga do SCP, que preparou o regulamento do concurso de talentos, e que se destinava a premiar obras inéditas de qualidade nas modalidades de literatura (conto e poesia) e pintura, subordinados ao tema "A terra que nos une".
Falta de interesse e empenho, que inviabilizou a realização da cerimónia de encerramento onde seriam entregues os prémios do concurso.
Falta de interesse e empenho, que esteve na origem do fim deste protocolo e na improbabilidade de vir a ser retomado no próximo ano.

Mais uma vez, fica claro, o real valor deste executivo comunista que faz de tudo para parecer o que não é.

Jorge Borges da Silva Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Alcochete

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Os dramáticos dilemas politicos do Partido Comunista em Alcochete

Não posso deixar de sorrir quando reflicto no tremendo dilema politico que ensombra a vida dos comunistas em Alcochete e noutras Câmaras de maioria comunista da margem Sul.
Sócrates e o governo socialista prometem não suspender as grandes obras públicas projectadas para a margem sul do Tejo , com especial incidência para o aeroporto e TGV.

O PSD nacional tem pela voz da sua líder reafirmado a sua intenção de redefinir as prioridades e de não avançar com tais projectos no contexto de crise que o país atravessa.

Os autarcas da margem sul do Tejo anseiam pela concretização destes mega investimentos na esperança que os mesmos permitam valorizar a região e dinamizar as frágeis economias locais.

Luis Franco (Dr.) e a CDU em Alcochete passaram o mandato a justificar o seu imobilismo e falta de iniciativa com a crise e com uma pretensa perseguição a Alcochete por parte de Lisboa , que utilizando uma expressão de um cacique local do PC , prefere ver este concelho por baixo dos pilares da Ponte Vasco da Gama.

O problema é que a CDU em Alcochete e no Distrito de Setúbal não pode esquecer que uma derrota socialista nas legislativas , ou mesmo a inexistência de uma maioria absoluta desse partido na Assembleia da República pode ditar a suspensão dos investimentos que tanto anseiam ver implementados neste distrito.

Nessa medida vamos assistir a verdadeiros exercícios de hipocrisia politica por parte dos comunistas de Alcochete e do distrito de Setúbal nos próximos tempos.

Para fora vamos ouvi-los berrar que é tempo de Sócrates e o PS deixarem o governo. Por dentro é vê-los fazer figas para que o PS se mantenha no poder.

A verdade é que o Partido Comunista tem mantido um silêncio comprometido nesta polémica em relação à suspensão das grande obras públicas previstas para a margem sul do Tejo.

Ou muito me engano ou Luis Franco (Dr.) e os comunistas de Alcochete vão andar muito caladinhos nas eleições legislativas que antecedem as autárquicas de Outubro.

Ultimamente tem havido algumas vozes a querer marcar a agenda politica local com exigências dirigidas aos candidatos relativamente a questões que são obviamente pertinentes, e que serão esclarecidos no sitio e no momento adequados.

Já agora seria interessante desafiar Luis Franco (Dr.) e os comunistas de Alcochete a definirem uma posição quanto à possibilidade de suspensão destes investimentos públicos.

Por aquilo que percebi na apresentação do Alcochete2025 no Fórum Cultural de Alcochete é um cenário que nem passa pela cabeça de Luís Franco (Dr.).

Dilemas da politica que nas próximas legislativas vão provocar uma descoloração na bandeira do Partido Comunista de Alcochete , que durante esse período deve andar mais rosada do que encarnada.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Luis Franco (Dr.) e a CDU.pensam que os outros são burros...

Está finalmente resolvido o mistério em torno do montante total destinado à CERCIMA ,produto da cobrança de ingressos na Feira de Alcochete.
Conforme vinhamos referindo , perante alguma polémica que se instalou em torno da opção camarária em cobrar as entradas no recinto da Feira de Alcochete , a autarquia apressou-se a «desdramatizar» a questão informando que o produto da venda dos ingressos na Feira se destinava a apoiar a CERCIMA.

Depois de ter ficado a ideia que nem a Câmara Municipal sabia ao certo qual o total cobrado com esses ingressos , lançando «cá para fora» números que oscilaram entre os € 30.000 e € 20.000 , eis que é finalmente desvendado o mistério do valor total do donativo entregue à CERCIMA produto da venda dos bilhetes.

Conforme informa o nosso ilustre visitante Sérgio Silva no Praia dos Moinhos , a Câmara Municipal entregou à CERCIMA ... € 350,00 , repito , € 350,00 (trezentos e cinquenta euros) do produto da venda dos ingressos na Feira de Alcochete.

Agora digam lá se Luis Franco (Dr.) e os seus acólitos comunistas não andam a brincar com a boa vontade dos outros e atentar atirar areia para os nossos olhos?

O conceito de uma «VIDA MELHOR» de Luis Franco e da CDU

CLIQUE NA FOTO PARA AUMENTAR

Estive ausente em Angola durante 10 dias. Parti no dia 09 de Julho e regressei ontem dia 19 de Julho. Poucos dias antes da minha partida não pude deixar de reparar no monte de lixo que se acumulava junto à estrada , à direita quando nos aproximamos do cruzamento da Rua da Tacoa,ou seja junto à entrada de Alcochete , bem visivel aos olhos de todos que aqui moram e de todos que visitam esta terra.

Hoje , dia 20 de Julho , constato que o mesmo entulho de lixo ainda não foi removido , «embelezando« uma das principais entradas na vila , simbolizando uma gestão autárquica incompetente de Luis Franco (Dr.) e da CDU.

Por ironia , a cerca de 30 metros daquele local , surge imponente um cartaz da CDU com a frase «CDU EM ALCOCHETE ,JUNTOS POR UMA VIDA MELHOR!»

Definitivamente , Luis Franco (Dr.) e a CDU continuam literalmente a fazer pouco por , e de Alcochete.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Sorriso de Mona Lisa - Por Pedro Nogueira (PSD/Alcochete)

É com todo o gosto, que partilho com os visitantes do Alcochetanidades este texto de Pedro Nogueira , que vos «envio» desde as terras quentes da Rainha Ginga onde me encontro há alguns dias.

Aqui vai:

«O conhecido quadro, da autoria de Leonardo da Vinci, deve uma boa parte da sua fama ao sorriso misterioso da sua protagonista. Inúmeras teorias foram, ao logo dos tempos, aventadas para o explicar.

Mais recentemente, fomos surpreendidos com a notícia da contratação do professor Augusto Mateus e da sua equipa, para realizar o Plano Estratégico do Município de Alcochete.

Ao tomarmos conhecimento desta decisão de Luís Franco somos invadidos por sentimento paradoxal. Por um lado, o trabalho passado do professor Augusto Mateus, serve-nos de fiança para acreditarmos que daqui poderá sair um bom Plano Estratégico. Por outro assistimos, com incredulidade, a mais um processo de outsorcing da reflexão e do planeamento, por parte deste executivo camarário.

A falta de capacidade desta equipa de gestão do município, que desde há muito é denunciada pelo PSD/Alcochete, e que se torna notória para cada vez mais alcochetanos, é agora como que assumida, num acto de verdadeira contrição. A CDU, outrora famosa pela sua “gestão autárquica”, opta agora, por entregar os processos de definição estratégia de Alcochete a operadores privados.

Depois de quatro anos de total estagnação do concelho, nas áreas da educação, do emprego, do turismo e do comércio, Luís Franco promete-nos, entre sorrisos, “que é agora!”. A “renovação” da lista do executivo, bem simbolizada por Jorge Giro, permitiria, segundo esta tese, que câmara passasse a dispor de competência técnica para a verdadeira resolução dos problemas dos nossos concidadãos.

Na verdade já todos percepcionam que nada disto é verdade e que o modelo se esgotou.
É hora de repensar a tradição de votar CDU. É hora de entregar a gestão do município a quem tenha competência para o gerir.

E Luís Franco, sorri de quê?

Pedro Nogueira
Director de Campanha – Borges da Silva 09»




terça-feira, 14 de julho de 2009

OLHO VIVO - Cuidado com o politico bem falante e sem curriculum profissional

A meu ver um bom político bom é aquele que tem conceito e popularidade.
Conceito porque cumpre com a sua palavra, tem respeito pelo eleitor e trabalha de forma competente em prol da população que o elegeu. Por isso, assimila bem a importância do binômio conceito-popularidade.
Popularidade para ser reconhecido como homem público. Conceito para ser respeitado e cumprimentado pela forma honrada , empenhada e competente com que representa o seu eleitorado e os demais da população.

É tendo em vista as eleições autárquicas de outubro próximo que é necessário ter OLHO VIVO na escolha dos autarcas que presidirão aos destinos de Alcochete.

Ter olho vivo implica que os municipes de Alcochete saibam usar o poder do seu voto e não se deixem enganar por um político bem-falante , de currículo profissional pobre ou inexistente, e competência pior ainda. Refiro-me óbviamente ao actual Presidente da Câmara Municipal de Alcochete e candidato comunista a um novo mandato.

No caso de Alcochete vale a pena arriscar e trocar de Presidente da Câmara do que voltar a eleger o que lá está actualmente: Bem falante mas totalmente inábil.

As eleições autárquicas de outubro próximo marcam uma nova oportunidade para Alcochete. Você decide, meu caro leitor. O voto é importante e fundamental para Alcochete.

A ordem é destronar Luis Franco (Dr.) e o poder comunista instalado que quer continuar a fazer de Alcochete um ninho, cujo colchão é confeccionado com o fruto da incompetência , do imobilismo e dos desatinos de toda ordem.
Olho vivo!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Luis Franco e a CDU não querem saber dos muncipes

Na sequência de uma acção de rua hoje promovida no âmbito da pré-campanha do PSD/Alcochete , fomos contactados por municipes que nos manifestaram a sua insatisfação pelo facto de Luis Franco (Dr.) e a Câmara Municipal não terem dado uma palavra sequer aos comerciantes que exercem a sua actividade no Mercado de Alcochete relativamente às obras em curso na Rua do Mercado.
Segundo nos foi dito , ninguém da Câmara Municipal de Alcochete teve o respeito necessário pelas pessoas que ali ganham o seu sustento , informando-os do inicio da obra , da sua duração e das condicionantes que a mesma provoca nos acessos a um Mercado que já merecia ter sido requalificado e que só por si sofre com a escassez de clientela.

Uma atitude que revela o total desprezo de Luis Franco (Dr.) e da CDU pelos municipes.

Nada que nos admire pois quem revela desconsideração e desrespeito pelos próprios funcionários da própria Câmara não lhes pagando aquilo a que têm direito pela realização de trabalho ao fim de semana , também não pode ter consideração pelos municipes.

Entretanto , também nos vieram confessar que há mais de um ano que a Câmara não cobra taxas relativas ao licenciamento de publicidade ,colocação de toldos e esplanadas.

Das três uma: Ou de facto a desconsideração de Luis Franco (Dr.) e da CDU pelos municipes é de tal ordem que nem sequer se lembram de cobrar estas receitas municipais ; ou a desorganização interna da CMA atingiu um ponto tal que a sua capacidade operacional é nula ; ou finalmente a proximidade das eleições leva a um adiamento «simpático» da cobrança dessas taxas.

De uma forma ou de outra , para quem justifica sistemáticamente a sua inércia com a escassez de receitas e com a falta de apoio do poder central , tudo isto tresanda a uma enorme hipocrisia.

Entretanto , Luis Franco (Dr.) continua a delegar o aspecto odioso do trabalho politico às figuras de terceiro plano do PC local , preferindo criar a convicção que «paira» acima das querelas politicas locais , esquecendo que todos percebemos quem manobra os cordeis das marionetas locais do partido.

PS: Continuamos à espera de saber quanto é que a Câmara Muncicpal de Alcochete entregou à CERCIMA do produto da cobrança dos ingressos na Feira de Alcochete , que como se recordarão, foi a justificação apresentada por Luis Franco (Dr.) para tal opção.